segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A minha casinha

Mostro-vos as primeiras imagens do estúdio onde estou a viver há uma semana.
Só ontem consegui pôr as coisas à minha maneira! Na semana passada cheguei sempre tarde a casa e não tive ocasião para arrumar nada até ontem. Além disso, aproveitei o fim-de-semana para comprar algumas coisas que faltavam: talheres, torradeira, balde do lixo, etc. Mas o melhor de tudo foi finalmente ter a oportunidade de tomar o pequeno-almoço no jardim!
A casa pouco mais é que quarto paredes: numa delas está a cama, a secretária e o armário; noutra, uma cómoda com a televisão, que apanha os canais com muita chuva; noutra a cozinha que vêem em baixo; na última, a porta para o jardim e um sofá muito baixinho, que se desdobra em cama. Numa das esquinas há um corredor mínimo que dá para a porta de saída, a casa-de-banho (lavatório e poliban) e o wc (só retrete).
Fora isto, há uma mesa e uma cadeira de metal, que eu deixo no quintal, tal como uns ferros que servem para secar a roupa.
O quintal está mal cuidado, mas nem eu tenho muito jeito para a jardinagem nem os 2 meses de estadia justificam grandes trabalhos.
O que me está a chatear é não ter internet em casa - a senhoria tinha garantido que a casa tinha, mas até à data népias, e todos os dias a andamos a pressionar. Precisamente na mesma altura, bloquearam no emprego o acesso a emails pessoais. A solução de recurso foi inscrever-me na biblioteca que fica ao pé do meu trabalho e dar lá um salto na hora de almoço. À noite posso ir a um pub ao lado de casa que tem rede wireless. E quando me apanho numa casa com internet, faço o meu sorriso 33 e peço "posso só ver os meus mails?" (e já agora saber o que fizeram os McCann nos últimos 10 minutos?) É o que dá o vício...

2 comentários:

Diogo em Macau disse...

se eu encontrasse uma assim por ca, era ja! nem imaginas as espeluncas...

daqui disse...

já há algum tempo que não vinha ler os teus textinhos, mas agora que já sei que vais sair de Londres, só espero que depois não deixes de escrever. Farto-me de rir e de aprender contigo, para além de saber muito bem ir conhecendo mais testemunhos da bonita Fé que nos move.